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riscos_e_rabiscos

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Das minhas mãos.*

Serei só eu ou também se passa o mesmo convosco?*

Passo a explicar: Sempre fui uma moçoila com dedos muito flexíveis, com muita ginástica nas mãos. Quando era teenager, conseguia torcer os dedos todos, pareciam de elástico embora agora com a velhice (cof!cof!) já estejam mais enferrujados.

 

Aquilo que observei em mim e que me leva a fazer-vos a pergunta da primeira frase é se vocês, quando estão a teclar, a escrever no computador, também o fazem com os dedos no ar, tipo patinhas de aranha, ou se são só as minhas mãos a fazer isto? Ora observem-se lá e depois contem coisinhas à amiga Pepper... 

{#emotions_dlg.blink}

* Post parvo não recomendado a gente sensível!

Já tenho os fusíveis queimados!

 

 

Há dois dias que não faço outra coisa senão andar de volta do meu computador. Está com um ataque de parvoíce tão grande, mas tão grande que acho que só lá vai com uma medida drástica.

 

Ora é falhas na net - aqui a culpa não é do computador - ora são as portas USB que não funcionam nem à lei da bala. Já fizémos o pino para tratar do assunto mas o computador continua impassível, recusa-se a colaborar.

 

Queria mostrar mais alguns trabalhos meus mas ele não me deixa. Como é que passo as fotos para aqui? As portas USB não funcionam! Começo a ficar raivosa!

 

Não me resta outra alternativa senão "keep calm" e esperar pelo fim de semana. Cá terei o meu "ácaro (leia-se hacker) alentejano" para tratar da saúde aqui ao coisinho (computador) em três tempos... :)

Complot Tecnológico - a saga continua.

Pois é, continuamos na mesma. Pensava eu que as coisas iam voltar a entrar nos eixos, a trabalhar normalmente, a voltar à rotina, quando volto a ser surpreendida por mais um rude golpe. Aliás, dois. Já diz o povo que um mal nunca vem só e a sabedoria popular tem sempre razão.

 

Devem achar estranho, o pouco ou nada que tenho escrito por aqui e o não dar um saltinho aos vossos blogs para vos ler e comentar. A verdade é que o meu computador grande continua cheio de problemas. Às vezes parece que vai funcionar direitinho mas isso é mera ilusão. E é lá que tenho tudo, tanto o que diz respeito ao trabalho como a alguns aspectos de lazer. E sinto-me aborrecida e um bocadinho triste por este motivo. É naquele computador que gosto de estar, de trabalhar.

 

Ontem consegui entrar no computador em "modo de segurança" e fiz um "restauro do sistema" Aparentemente a coisa estava bem. Consegui responder aos comentários do meu blog, preparar algumas fotografias do Desafio Fotográfico que não publiquei burra! e pouco mais. E isto já foi tarde da noite. Hoje quando fui ligá-lo... plufs! Voltou ao mesmo. :(((

 

Como as dores de cabeça com o "Big PC" não chegavam, o meu telemõvel aliou-se ao seu primo tecnológico  nesta contenda infindável e começou também a dar-me problemas!!! O pobre coitado sofre de "bateriazite aguda", ou seja, tem a bateria a dar as últimas e já nem se aguenta vinte e quatro horas carregada. E mesmo desligado continua a gastar bateria, estranho, não?

 

Estou mesmo fartinha disto! :(((

Doença aguda.

O estado de saúde piorou bastante. De vez em quando fica azul, faltam-lhe as forças e fecha-se em si. Já lhe foi dada toda a medicação possí­vel e parece que a única solução é o transplante.

 

Ontem ainda trabalhou, conseguiu ter um desempenho razoável embora com uma ou duas falhas. Mas quando chegou a noite, entrou em semi-coma.

 

Estou muito triste porque me faz muita falta. Meu pobre computador de secretária... :((((

 

Agora escrevo do mini computador, que é lindinho mas que eu, cegueta de primeira, tenho que ver o ecrã com uma lupa.

 

Por isso, se eu ficar em "silêncio" é porque até o mini entrou em greve... :/

E a minha vida é assim!

 

Acordei cedíssimo com uma carga de chuva que pensei que ia arrastar tudo com ela. Mas não foi só com a chuva que acordei... a minha amiga também acordou comigo! Aquela, que vocês já conhecem e que me visita muitas vezes: a enxaqueca!

 

Fui tomar banho e aproveitar para massajar a cabeça enquanto a lavava, tomei café, espirrei (já faltavam estes, não é?) e já tomei um analgésico. Mas a dor de cabeça e as náuseas ainda permanecem. Gosto muito da minha amiga, mas à distância!!!

 

Isto deve ser reflexo das dores de cabeça que o meu PC me tem dado. a mim e ao N.! O meu outro PC andava só a pifar: era erros de tela azul para aqui, engasgos para ali e séculos para eu conseguir fazer algo. O meu N. comprou-me um recheio novo e, no fim de semana, esteve a montá-lo. Escusado será dizer que este presente é impagável. O meu melhor amigo, o meu amor da minha vida é assim, de vez em quando, tenho estas surpresas. O meu agradecimento público para ele.{#emotions_dlg.kiss}

 

Mas é claro que na minha vida há algumas rosas mas há muuuuitos mais espinhos. E este momento do novo PC tinha de haver alguns espeinhos. Desta vez o espinho chama-se "impressora". 

A minha impressora já é velhota, é do tempo do meu estágio de professora. Mas trabalha impecavelmente, não perdeu qualidade nem rapidez. Está fartinha de trabalhar - como devem calcular - e não tenho um único reparo a fazer. Até agora. Então não é que não consigo instalar a minha HPzinha no Windows 7? Então se não consigo instalar no W7, vou instalar no meu XP virtual e resolve-se o problema. Pensava eu...! Pois nem assim consigo, apesar de anteriormente a ter instalada no XP. E como os dinheiros estão mais do que curtos, inexistentes mesmo, estava a ver se conseguia não ter de comprar outra.

 

Pois tenho a dizer-lhes que o meu fim de semana e feriado foram passados a resolver estes problemas informáticos pois o meu PC é essencial ao meu trabalho. E cada vez mais pois o director do colégio colocou na net muitos dos recursos diários essenciais para o nosso trabalho.

Acabei por não conseguir fazer nada do que queria no que toca a artesanato. Apenas apareceram algumas fotos no meu blog dos materiais porque já estavam programadas. 

 

Ah, e o problema da impressora não está resolvido! A saga continua...

Coisas que me deixam fula!

Num dos meus colégios, o ensino vem fazendo toda a diferença em termos tecnológicos - e não só - daí este ano terem sido implantados nas salas, onde ainda não havia, quadros interactivos. O quadro preto tradicional, já era! Apesar de, na minha opinião, achar que até podiam ter ficado uns pequenos. Mas percebo perfeitamente a opção da retirada integral dos quadros tradicionais: é que alguns colegas menos versadas nestas coisas das tecnologias, iriam menosprezar os quadros interactivos e continuar a usar os quadros tradicionais.

 

Mas a questão não é esta. Para estes quadros funcionarem, é preciso haver um computador para cada um deles. Cada vez que eu chego a uma sala para dar aulas - sim, porque eu pareço uma barata tonta sempre às voltas! - tenho de ligar o computador. Quamdo termino a aula, tenho de desligar, como é óbvio. Agora pergunto eu: quem é que não saber encerrar um computador? Qual é a dificuldade de chegar ali ao menu iniciar, clicar no encerrar e deixar o computador fazer o restante do processo? Nenhuma!

 

Para pouca sorte minha, sou eu sempre a última a utilizar os computadores. E é aqui que a porca torce o rabo... Numa das salas, às segundas-feiras, quando a minha colega liga o computador, há sempre problemas. E o computador acusa ter sido encerrado indevidamente! Quando aconteceu isto pela primeira vez, levei nas orelhas do director. Fiquei indignada porque eu tinha encerrado o computador normalmente. A partir desse dia, peço aos miúdos para olharem para o quadro sempre que estou a fazer o encerramento do computador, para que eles vejam e sejam minhas testemunhas de que o faço devidamente.

 

Na segunda-feira, andava o director a mostrar o colégio à mãe de um potencial novo aluno, quando entra na sala onde eu estava a trabalhar. Cumprimentos para aqui e para ali e ao sair o director remata com o seguinte "na sexta-feira, não encerrou o computador da sala X devidamente... a G. não conseguia trabalhar com ele hoje e o computador dizia que tinha sido forçado a encerrar...". Epá, só me apeteceu mandá-lo áquela parte!!! Eu encerrei o computador devidamente e os miúdos são minhas testemunhas...!

 

Agora levanto aqui algumas questões: que impressão terá ficado a tal mãe acerca de mim e do director? Será que a mãe ficou a pensar que o director dá "cházinhos" aos professores à frente de seja quem for (por acaso não dá)? Não haverá alguém que mexe no tal computador, porque a sala fica aberta e quem paga as favas sou eu? Se aquela sala não fosse uma rebaldaria, será que acontecia isto ao computador? Que mais posso eu fazer para não me atribuirem culpas de algo que não fiz? é que eu não sou propriamente uma ignorante em termos de tecnologia e até me atrevo a dizer, que devido às minhas formações na área da informática, sou das que mais sabem naquela escola!

 

Fico mesmo danada com estas coisas! É que alguém anda a fazer asneiras e eu é que estou a pagá-las... {#emotions_dlg.angry}

Pifou!

 

 

 

Chuif... O meu PC pifou... chuif!

Ontem quando o fui ligar, começou a engonhar, a pastelar, a engolir em seco até que achei por bem dar-lhe uma palmadinha nas costas, que é como quem diz reiniciá-lo.

 

Foi aí que ele achou que estava muito calor e que precisava de férias. Mandou o boot (aquela parte em que aparece a palavra windows e a barrinha a andar cá em baixo) embora...

 

Como o meu DVD tem os restos mortais do CD do manual  lá dento (ainda!), num pude resgatar o boot lá pa dentro de novo... chuif!

 

Estou à espera de uma consulta com o Dr. ácaro alentyejano para ver se a doença do meu PC ainda tem cura... chuif!

 

Penis? Ooops…!

 

Hoje foi dia de reunião surpresa(!) lá no convento. Por causa disso e a propósito deste post da C.M., lembrei-me de uma cena caricata ocorrida durante as reuniões de avaliação – quer dizer, da reza e meditação em grupo onde se faz tudo menos falar dos alunos - do 2º período no convento.

 

Como é hábito, as avaliações dos alunos são feitas directamente no computador da sala de cada ano. Assim fica logo o trabalho todo organizadinho (se não formos como uma determinada profe que só a meio do 3º período entregou as avaliações aos encarregados de educação e ninguém a chateou por isso) e é só imprimir e entregar quando chegar a altura.

 

Quando acabámos a reunião e antes de irmos almoçar, decidimos ir tratar das avaliações dos alunos para conseguirmos sair mais cedo. Mas o nosso colega de ginástica estava com alguns problemas com as suas avaliações.

 

A mana-mor resolveu então dar um ar de sua graça para resolver o problema. Virou-se para o meu colega, toda derretida e como a dentadura de cavalo à mostra, isto é, toda sorridente e disse-lhe:

 

- Trouxe a pénis? Pode ir comigo à minha sala descarregar a sua pénis… é só enfiar e descarregar… costuma dar…

 

Eu e a minha colega demos um toque de cumplicidade uma à outra no joelho, e mordemos os lábios para não desatarmos a rir perdidamente. Mantivemos o nosso ar solene e selecto e quando nos apanhámos sozinhas caímos na gargalhada sem fim.

 

Descodificando: a pénis, era a PEN onde o meu colega trazia os ficheiros das avaliações e que iria DESCARREGAR no computador da mana-mor.

 

A linguagem tecnológica é muito traiçoeira e quem não tem cuidado com o que diz, dá nisto! Ainda vai parar ao inferno por ter uma língua atrevida… Pimenta na língua da mana-mor!!! Ihihihih!

 

Um Pudido Ispecial...

 

Chelentiçimo sinhor injinheiru Sócras,

 

Foi com muinta teristesa que comesei as minhas iaulas este anu.

A minha perubessora tinha-me dito que nu perimeiro dia de iaulas o sinhor injinheiro Sócras mia ofrecer um camputador magalhais. É cu ano paçado, já não tive direitu peruque não xigarão pás incumendas.

 

Quale foi o meu ispantu conde xegei à sala de iaulas e não vi ninhum magalhais em sima da minha mensa. Porcurei na sala poreque pudia sere supresa mas não incontrei ninhum.

 

Axei esta atitude muito feia sinhor sócras. Iço não se faz. O meu manu teve direitu a um camputador e eu já não. Iço é escriminação, óviu sinhor Sócras?

 

É que eu só fui pá excola pruque me disserão, ou melhor, me pormeterão um camputador. Sim e eu inté pormeti à minha mãesinha quia istudar muito e fazer muintos tarbalhos de casa no camputador. E agora como cumpru as minhas pormeças? É queu não sou cumó sinhor, sinhor Sócras!

O meu manu nunca me deixo mixer no camputador dele. Dizia que tinha muintos enrros e que tavão lá umas gaijas nuas pur causa do calore a arranjar os porblemas do magalhais.

 

O meu pai já estava fartu de pagar interneti que era o cas gajas cumião e vendeu o camputador ao meu vezinho debacho.

O meu vezinho ficou bastante sastefeito com a mánica e cas gajas, só diçe cu egrã é um bucado peqeno e cas tequlas podião ser maiores.

 

Afinal conde é que xegão os outros magalhais? Ficarão pós subrinhos da sinhoira ministra? É queu não quero sere cumáqueles meninos que lhe derão os camputadores a fengir… Adepois vieram uns sinhoires capangas e palmarão os camputadores aos putos. A mim não me façem iço! Se querem levar o camputador, levão-me a mim tameim agarrado com unhas e dentes!

 

Ó sinhor Sócras não quer ser meu tio ou meu padrinho pa eu arreceber o camputador magalhais um bucado mais depreca???

 

Ass.

Um aluno devoto

 

Enrrare ó mano, éh!

 

(Post não aconselhável a pessoas sensíveis aos… às… letras?!)

 

 

Ôje foi dia de alegria num dus meus culégios. Xegô o presente mais dezejadu: o famosu magalhãis!

 

Em cada aula ke dei, lá ia uma prufeçora ler a lista dus alunus que ião receber o tal enjenho ke tantu órgulha o injinheiro Sócras.

 

Já pensei seriamente em mandare vire um magalhãis para mim. Não é pur nada, mas é peqenu, ajul – a minha core favurita – e inté aparece uma mala de mãu. Além de ke diz muito beim com as calsas de gangua. Ôtro pomto a favor é o factu de ser levesinho, é que assim escuzava de levare os livrus pra iscola. Infiava lá uma pen cas aulas todas e mustrava aos putos. O ke axam?

 

Houvi dizer que o magalhãis tava xeio de enrros ortográficus. Estou farta de mixer neles mas ainda nãu descrubi nada. Aixo ke a parte piore é a us jogus inducativos. Parece ke vou ter de jogare mais um bucadinho para ver se descurbo os enrros.

Surjiu por aí a fraze “dirije o guindaste” como tendo enrros- Nãu percebu porqe dizem isu. Atão um guindaste nãu se dirije?! Ke eu saiba nãu teim de se remar…

 

Li algures cus tais jogus inducativus tavom xeios de enrros porqe tinhão sido faitos pur um portuges que vive em fransa e ke só tem a cuarta quelaçe. Axei até muinto beim. É pró Guverno portuges ver ke a mãu dóbra cualificada comu nau tem tarbalho tem de ir pró istranjeiro. E inté é beim feito! As peçoas enmigram para porcurare milhores condisões de vida e adepois o guverno vai lá vescá-las.

E ainda acrexento mais… é ke em Purtugal nau há trabalhadores com cualificasão çufisiente para fazer um trabalho de tal enverga-dura.

Sem dúvida que o mentor destes jogus inducativos fés montes de uorquexópes e atualizasões porfissionais, e pur isso é que o guverno o isculheu a ele.

 

Teinho ou não teinho rasão?!

 

 

P.S. Este post foi escrito em magalhanês. Alguma reclamação é favor enviar para: inginheirosocrasarrobamintrasoedu.pt. Não tenho nada a ver com isto!